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sexta-feira, 22 de maio de 2009

As Guerras dos Bárbaros ou A Guerra do Aç


A princípio o denominado Sertão do Açu compreendia toda ribeira do rio com este nome e a ribeira posteriormente chamada de Seridó, recorte espacial reputado como possuidor de grandes campos frescos e salubres, onde muito gado podia ser criado. Sua colonização começou no final da década de 1670 e início de 1680. Ocupavam originalmente essa região os nativos tapuias, na sua grande maioria pertencentes à nação dos janduís. Esta porção interior da Capitania do Rio Grande foi tocada inicialmente, pela empresa colonizadora, por vaqueiros que ali fabricavam currais e viviam em relativa paz com os primitivos habitantes.

Contudo, essa paz duraria muito pouco e está região seria palco das mais sangrentas batalhas e atrocidades cometidas ao longo das Guerras dos . Levantes isolados de grupos indígenas precederam o movimento que tomaria maiores dimensões e seria denominado na época como a Guerra do Açu.

Mesmo sendo difícil datar o início destas revoltas e levantes, é possível que os motivos da revolta remontam dos abusos de João Fernandes Vieira, Capitão-mor da Paraíba (1655–1657), quando este prendeu os dois filhos de Canindé, tido como "rei dos janduís".

As razões mais profundas podem ser encontradas na expulsão dos holandeses - fiéis aliados dos indígenas tapuias -, além do avanço da economia pastoril que promovia a ocupação das terras dos nativos, além do que, o sertão do Açu foi alvo da migração de pessoas vindas das demais províncias do Norte em fuga de um surto epidêmico de febre amarela. Diante desse panorama, os tapuias sentiram-se usurpados e resolveram reagir.

Por volta de 1661, cresceu a hostilidade dos tapuias, metendo medo no novo capitão-mor da Paraíba, Matias de Albuquerque Maranhão (1661–1663), o que escreveu imediatamente para a regente D. Luísa de Gusmão, avisando que os índios bárbaros haviam se rebelado causando grande receio à população branca do sertão. Por conseguinte, em 1662, a regente ordenou que fizesse guerra contra os janduís, antes que estes se fortalecessem.

Os conflitos com os tapuias se espalharam por todo sertão atingindo territórios dos atuais estados do Ceará, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba. No Rio Grande, região do Açu, os conflitos persistiram, uma vez que as nações tapuias estavam causando danos e dando cabo aos colonizadores e vaqueiros além de matar e comer o seu gado.

Não controlando a rebeldia dos nativos, por volta de 1687, os edis da vila de Natal, pediam ao governador de Pernambuco, João da Cunha, ajuda para combater os tapuias que, no sertão do Açu já tinham matado cerca de cem pessoas, além de destruírem tudo o que encontravam.

Em pouco tempo os tapuias fizeram-se senhores, novamente, de todo sertão ameaçando inclusive os colonos na ribeira do Ceará Mirim. Tal proximidade com a sede da Capitania colocava em perigo os moradores de Natal. Houve então a necessidade da vinda de socorro da Bahia. A solução encontrada pelo Governador Geral foi autorizar o envio de duas Companhias que partiram sob o comando do Coronel Antônio de Albuquerque Câmara.

No que tange ao Seridó, na ribeira do Acauã, chega em 1687 o coronel Antônio de Albuquerque da Câmara, que ali possuía uma sesmaria, para dar combate aos gentios, usando como base militar a casa-forte do Cuó, cujos alicerces ainda podem ser encontrados em Caicó.

No entanto, esta expedição resultou em um enorme fracasso, fazendo com que os moradores da Capitania do Rio Grande ficassem bastante abalados a ponto de ameaçarem "despejar a Capitania". Essa decisão dos moradores fez com que o capitão-mor do Rio Grande baixasse um edital para impedir o êxodo em massa, alertando a população dos possíveis danos que sofreriam se abandonasse a capitania.

Diante do caos, o Governo Geral pediu que o paulista Domingo Jorge Velho marchasse de Pernambuco com todas as forças que conseguisse mobilizar, pois cria que suas tropas, moldada no combate ao gentio, seria capaz de vencer os rebelados, um vez que eram bem organizadas, ao contrario das tropas pernambucanas reunidas por Albuquerque Câmara e Manuel de Abreu Soares.

No início de 1688, Matias da Cunha já havia escrito aos edis de São Paulo, alertando para o fato de que o Rio Grande se achava oprimido pelos bárbaros. Ele também escreveu à mesma Câmara afirmando que das fronteiras chegavam avisos de que as tropas não se atreviam a investir contra os índios nas suas aldeias, e que estes chegaram até mesmo a cercar os quartéis onde estavam Domingos Jorge Velho Antônio e Albuquerque Câmara, que pelejando quatro dias com os bárbaros, por falta de munições, tinham se retirado dos quartéis.

O acampamento do sertanista situava-se na ribeira do Piranhas, fronteira com a Paraíba. Combateu no Seridó sem, no entanto, participar da última batalha da guerra cujo palco foi o Acauã. Ali ficou sob o comando das tropas, um cabo de seu terço, que "derrotou o gentio (...) e trouxeram mil e tantos prisioneiros" . Neste combate teria sido preso o cacique Canindé, que em 1692 firmou um acordo de paz com os portugueses.

Segundo as informações do Capitão-mor do Rio Grande, Agostinho César de Andrade, em 1689 os bárbaros haviam se fracionado. Todavia, alguns janduís, chamados Panatis, resolveram continuar as hostilidades obstinadamente, enquanto outros negociaram as pazes.

Mesmo essa iniciativa não foi suficiente para os colonos, pois uma onda de pavor se espalhou entre aqueles que acreditavam que os tapuias tivessem pedido a paz para dela se aproveitar, preparando assim, uma ofensiva final.

Domingos Jorge Velho, continuou na peleja com os índios pelo menos até o final de 1689. Com efeito, em outubro, seu sargento-mor obtivera uma importante vitória sobre os bárbaros, que resulta na captura do principal janduí, Canindé.

A paz não foi uma conquista imediata. Alguns fatores conspiram a favor da instabilidade: negligência para com as tropas de Matias Cardoso; o atraso no pagamento dos soldos, que foi tratado apenas em 1693, deixando os soldados em desespero por causa da situação de desamparo que os desanimava. Corria-se desta forma o risco um motim desses soldados visto que já que a fazenda da capitania não dispunha mais de recursos para investir na guerra, sendo assim, os esforços de paz corriam sérios riscos.

Ainda em 1693, Matias Cardoso atacou os índios do Ceará, não alcançando muito êxito. Em 1695 estavam terminadas as atividades formais da Campanha dos paulistas.

Em 1694 João de Lencasto assumiu o Governo Geral na Bahia com o interesse de solucionar a Guerra dos Bárbaros. Em carta ao Capitão-mor do Rio Grande sugeriu para por fim às guerras que se procurasse a paz acima de tudo.

Na tentativa de arrefecer a rebelião dos tapuias fortaleceu-se a idéia de que era necessário o repovoamento co a ocupação perene das regiões fronteiriças. Para este feito as medidas foram tomadas. A determinação ordenava que em Açu, Jaguaribe e Piranhas se pudessem seis aldeias de índios. A importância dessa medida foi destacada por Lencastro de duas maneiras: de um lado a razão militar visto que essas aldeias amigas seriam importantes para a defesa das fronteiras; por outro lado o sistema econômico das lavouras açucareiras dependia do fluxo de animais de corte provindos desses sertões. Sendo assim, o cordão defensivo das aldeias, além do povoamento iria reconstruir a economia local e garantir a segurança.

Além dessa alternativa ganhava corpo outra que considerava a idéia de se chamar o terço Paulista para intervir já que tentar fazer as pazes com os tapuias era considerado um esforço de muito risco. Portanto, estavam postas na mesa duas saídas: a paz com os índios através do povoamento, ou a guerra continuada em bases militares.

A decisão tomada e aceita pelo rei em 10 de Março de 1695, foi de contratar o terço de paulistas, patrocinando-os e executando a lei de 1641 que possibilitava que esses "soldados" poderiam fazer os índios de cativos, no lucrativo comércio de escravos.

Os moradores do Rio Grande, associados à açucocracia de Pernambuco eram partidários de uma solução pacífica tendo como aliado o capitão-mor Bernardo Vieira de Melo, que achava que "só por meio da paz podia haver quietação". Na visão do capitão-mor, o melhor a fazer era um presídio na Ribeira do Açu, e os cordões de aldeias para povoarem as fronteiras. Sua iniciativa era contrária àquela articulada na Bahia, indicando que o levaria a uma colisão com o terço dos paulistas.

Os argumentos de Bernardo Vieira de Melo não surtiram efeitos para coroa, que já puseram em marcha a máquina de guerra paulista, comandada pelo meste-de-campo Manuel Alvares de Morais Navarro, que distribuiu patentes a ele e a todo o terço que fizeram parte deste levante. Navarro e sua gente partiram para Bahia de onde o terço saiu em direção a Paraíba. Após oito meses (10 de maio de 1699) juntaram-se a esse terço os capitães Manuel da Mata Coutinho e Manuel de Siqueira Rondon, acompanhados de setenta soldados.

As tensões permaneceram até que as pazes foram sendo tecidas pouco a pouco e o trabalho de sedentarização dos índios foi sendo orquestrado pela Coroa.

BIBLIOGRAFIA:

MACÊDO, M. História e espaço seridoenses entre os séculos XIX e XX. Mneme – Revista Virtual de Humanidades. CERES. Vol. 01, n.01. p.01-50. 2000.

PUNTONI, P. A Guerra do Açu. In: - A Guerra dos Bárbaros – povos indígenas e a colonização do sertão nordeste do Brasil, 1650-1720. S. Paulo, 1998.254p, Tese (Doutorado em História) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP. (CAP. 04).

domingo, 17 de maio de 2009

RELAÇÃO DOS MORTOS EM COMBATE NA ITÁLIA


NÃO SÃO TODOS OS DIAS,
QUE TEMOS NA FRENTE DE NOSSOS OLHOS,
UMA LISTA DE HERÓIS.
AQUI VOCÊS NÃO FORAM,
E NUNCA SERÃO ESQUECIDOS!

RELAÇÃO DOS MORTOS EM COMBATE NA ITÁLIA

Abreu - Andirás Nogueira de
2º Sgt
6º RI
Abreu - Antonio Bento de
Sd
6º RI
Abreu - José Alves de
Sd
6º RI
Almeida - Antonio Paes de
Sd
1ª Cia M Leve
Almeida - Brasilio Pinto de
Sd
11º RI
Almeida - Dirceu de
Sd
I/2º ROAuR
Almeida - Francisco de
Sd
11º RI
Almeida - Simião Alves de
Sd
11º RI
Almeida - Vicente José de
Cb
11º RI
Almeida - Waldemar Martins de
Sd
6º RI
Almeida Filho - José da Silva
Sd
1º RI
Alves - Antonio
Cb
6º RI
Alves - Benedito
Cb
1º Esq Rec
Alves - João Alberto
Sd
11º RI
Alves - João Mancias
Sd
Cia QG/1ª DIE
Amaral - Olavio Soares de
Sd
1º RI
Anjos - José Assunção dos
Sd
11º RI
Aparecido - Antonio
Sd
6º RI
Aragão - Otávio Sinesio de
Sd
11º RI
Arantes Filho - José Belfort de
2º Ten
11º RI
Araujo - Aquino
3º Sgt
CRP/FEB
Araujo - Cleto Antonio de
Sd
6º RI
Araujo - José de
Sd
1º RI
Araujo - Paulo Inácio de
3º Sgt
1º RI
Arnabar - Edmundo
Sd
DP/FEB
Assis - Evilasio Rocha de
Sd
11º RI
Assunção - João Lopes de
3º Sgt
6º RI
Azevedo - Francisco Alves de
Sd
QG/1ª DIE
Baldino - José
Sd
11º RI
Baptista - Eleaquim
Sd
1º RI
Barbosa Filho - José Pires
Sd
6º RI
Barros - Manassés de Aguiar
Sd
DP/FEB
Barros - Sebastião Moreira
Sd
6º RI
Batista - João Maria
Sd
6º RI
Batista - Vicente
Sd
6º RI
Bernardino - Sergio
Sd
DP/FEB
Bernardo - Almir
Sd
11º RI
Berti - Geraldo
2º Sgt
6º RI
Bertini - Carlo
Sd
6º RI
Boening - Francisco Luiz Roberto
3º Sgt
DP/FEB
Bonfim - Wilson Ribeiro
Sd
1º RI
Borges - Joaquim Onilio
Sd
11º RI
Borges - Olimpio José
Sd
11º RI
Bortolo - Clerio
3º Sgt
11º RI
Bragança - Milton
Sd
1º RI
Brasil - Achylles
Sd
1º RI
Bravos - José
Sd
DP/FEB
Bressan - Frederico Antonio
Sd
11º RI
Buzarello - Rafael Rogerio
Sd
11º RI
Cabral - Miguel Marotti
Cb
1º RI
Cação - Antonio
Sd
11º RI
Camargo - Antonio Mathias de
Sd
6º RI
Campos - Isanor
3º Sgt
11º RI
Campos - Laudelino Vieira de
Cb
11º RI
Campos - Rodolfo Gomes de
Sd
11º RI
Canes - Prim Rodrigues
Sd
6º RI
Cardoso - Augusto Gonçalves
Sd
1º Btl Saúde
Cardoso - Herminio
Sd
DP/FEB
Carmo - João de Oliveira
Sd
DP/FEB
Carvalho - Edesio Afonso de
3º Sgt
1º RI
Carvalho - João Peçanha de
Sd
1º RI
Carvalho - Oswaldo de
Sd
1º RI
Casagrande - Romeu
Cb
6º RI
Castro - Clovis da Cunha Paes de
Sd
1º RI
Castro - Francisco de
3º Sgt
1º RI
Cebalio - Lucindo Nepomuceno
Sd
1º RI
Cerrato - Sebastião
Sd
1º Btl Saúde
Cesar - Albino
Sd
6º RI
Chagas - Dionisio
Sd
1º RI
Chagas - Ernecito José das
Sd
1º RI
Chagas - Manoel
Cb
DP/FEB
Chaves - Sebastião da Costa
2º Sgt
11º RI
Cheib - Michel Jacob
Sd
6º RI
Chimanco - Fredolino
Cb
11º RI
Claro - Osmar Cortes
2º Sgt
6º RI
Cocco - Romeu
Sd
6º RI
Coco - Carlos
Sd
1º RI
Conceição - José Vieira da
Cb
1º RI
Conceição - Julio
Sd
1º RI
Conceição - Oswaldo
3º Sgt
1º RI
Conceição - Rosalio José da
Sd
DP/FEB
Corrêa - Djalma
Sd
6º RI
Correia - Genesio Valentim
Sd
11º RI
Cortes - Clower Bastos
Cb
11º RI
Costa - Alberto Mello da
2º Sgt
I/1º RAPC
Costa - Antenor
Sd
1º RI
Costa - Baliseu Nogueira da
1º Sgt
6º RI
Costa - Hamilton da Silva
Sd
6º RI
Costa - Hereny da
Sd
11º RI
Costa - Jacinto Lucas da
Sd
1º RI
Costa - José Rufino
Sd
6º RI
Cruz - Geraldo Baeta da
Sd
11º RI
Cunha - Alcebiades Bobadilha da
Sd
6º RI
Dagli - Jamil
Sd
11º RI
Dias - Aires da Silva
3º Sgt
1º RI
Dias - Amaro Ribeiro
Sd
11º RI
Dias - Francisco
Sd
1º RI
Dias - José Martins
3º Sgt
3º GSBHNA
Dias - Miguel Francisco
Sd
6º RI
Duarte - José Maria Pinto
1º Ten
6º RI
Elias - Geraldo
Sd
11º RI
Ernesto - Antonio Costa
3º Sgt
1º RI
Espinardi - João
Sd
11º RI
Espirito Santo - Durvalino do
Sd
1º RI
Estrifica - Bruno
Sd
DP/FEB
Faria - João Soares de
3º Sgt
11º RI
Farias - Aluizio
2º Ten
11º RI
Farias - Antonio
Sd
11º RI
Farias - Severino Barbosa de
2º Sgt
1º RI
Felicio - Sebastião
Sd
1º RI
Felix - Marino
Sd
11º RI
Feres - Assad
2º Sgt
1ª Cia Trans
Fernandes - Abilio
Sd
6º RI
Fernandes - Américo
Sd
DP/FEB
Fernandes - Antonio Patrocinio
Sd
DP/FEB
Fernandes - José
Sd
11º RI
Ferreira - Anesio Anton
Sd
1º RI
Ferreira - Antonio Carlos
Sd
11º RI
Ferreira - José
Sd
11º RI
Ferreira - Luiz Manoel
Sd
1º RI
Ferreira - Paulo Emigdio
Sd
Pel Pol
Ferrugem - Aldemar Fernandes
Sd
6º RI
Fidalgo - Waldemar Ferreira
Sd
1º RI
Firmino - Wenceslau
Sd
1º RI
Fonseca - Nelson Alves
Sd
11º RI
Fontes - Fernando
2º Sgt
DP/FEB
Fontoura - Vital
Sd
6º RI
Franco - Francisco
Sd
6º RI
Franco - João Rodrigues
Sd
1º RI
Freitas - Eutrópio Wichelm de
Cb
DP/FEB
Furtado - José Leite
Sd
11º RI
Furtado - Manoel
Sd
11º RI
Galvão - Ruben Coelho
Sd
11º RI
Gama - Gastão
Cb
1º RI
Garcia - Cristovam Moraes
Sd
6º RI
Garcia - Sebastião
Sd
6º RI
Ghirlanda - Antenor
Sd
6º RI
Gil - Demerval de Souza
3º Sgt
1º RI
Glevinski - Sergio
Sd
11º RI
Goering - Almandio
Sd
6º RI
Gomes - Damasio Rodrigues
Sd
1º RI
Gomes - Gonçalo de Paiva
Cb
1º Btl Saúde
Gomes - Ignacio
Sd
1º RI
Gomes - José
Sd
1º RI
Gomes - Manoel Francisco
Sd
11º RI
Gonçalves - Hercilio
Sd
11º RI
Gonçalves - Hugo
Sd
11º RI
Gouvêa - Benone Falcão de
Sd
1º RI
Gouveia - Aristides
Sd
I/1º RAPC
Guirlando - Antenor
Sd
6º RI
Gusmão - Ernani Marones de
2º Ten
CRP/FEB
Hadlick - Harry
Cb
9º BE
Hierro - Francisco
Sub Ten
DP/FEB
Higaskino - José
Sd
1º Btl Saúde
Hipolito - Elizeu José
Sd
11º RI
Hisserich - Carlos Walter
3º Sgt
I/2º ROAuR
Holder - Walmir Ernesto
Cb
1º RI
Holtz - Gerhardt
Sd
11º RI
Iacheski - Marcelino
Sd
6º RI
Jorge - Adir
Sd
6º RI
Krinski - Pedro
2º Sgt
1º Esq Rec
Ladeira - Justino José
Cb
1º RI
Lara - Simplicio Vieira de
Sd
6º RI
Larsen - Bruno
Sd
11º RI
Laurindo Filho - Pedro
Sd
1º RI
Leão - Luiz Tenorio
Sd
CRP/FEB
Leite - Godofredo de Cerqueira
2º Ten
1º RI
Leite - Rubens
2º Sgt
6º RI
Leite Filho - Atualpa Pereira
Sd
1º RI
Lélis - Oswaldo
Sd
DP/FEB
Lessa - Amfilofio Silveira
Sd
1º RI
Lima - Benjamim Theotonio de
Sd
1º RI
Lima - Celso Barbosa
Sd
I/1º ROAuR
Lima - Euripedes Rodrigues de
Sd
6º RI
Lima - Jorge da Costa
Sd
1º RI
Lima - José de
Sd
11º RI
Lira - Cosme Fontes
Sd
DP/FEB
Lira - Gildo dos Santos Pereira de
Sd
1º RI
Lira - Joaquim Xavier de
Sd
DP/FEB
Lobo - Joaquim Pires
Sd
9º BE
Lopes - Francisco de Paula
3º Sgt
11º RI
Lopes Filho - João
3º Sgt
CRP/FEB
Lopes Filho - José Garcia
Sd
9º BE
Lorenzi - Dionisio
Sd
1º RI
Lourenço - Marcelino
Sd
1º RI
Loures - Etiene de Rezende
3º Sgt
1º Btl Saúde
Lucena - Epitácio de Souza
Cb
1º RI
Lucio - Virgino
Sd
DP/FEB
Luquina - Iraci
Sd
11º RI
Luz - Anelio da
Sd
11º RI
Maba - Aleixo Herculano
Sd
11º RI
Machado - João Fagundes
Sd
6º RI
Machado - José Alexandre
Sd
1º RI
Machado - Sebastião Clementino
Sd
11º RI
Machado - Thomaz Antonio
Sd
6º RI
Malafaia - Francisco Ferreira
Sd
1º RI
Malafaia - Francisco Ferreira
Sd
1º RI
Marcondes - Roberto
Sd
11º RI
Marinho - Heleno Ramos
Sd
1º RI
Marinho - Raul Marques
Sd
1º RI
Marochi - Constantino
Sd
6º RI
Marques - João Maria Silveira
Sd
6º RI
Marques Filho - Ricardo
3º Sgt
11º RI
Martins - Antonio Agostinho
Sd
11º RI
Martins - Diogo Garcia
Sd
1º RI
Martins - Elidio Machado
Sd
1º RI
Martins - Orlando Ferreira
Sd
1º RI
Matos - Deniz Pinto de
Sd
11º RI
Mattoso - Izidro
Sd
CRP/FEB
Medeiros - Waldemar Rezende
Sd
CRP/FEB
Mega - Francisco
Asp Of
DP/FEB
Melo - Adalberto Candido de
Sd
1º RI
Mendanha - Abel Antonio
Sd
6º RI
Mendes - Ramis
Sd
11º RI
Mendonça - Cybber Porto
3º Sgt
1º RI
Mendonça - Laercio Xavier de
Sd
1º RI
Mengarda - Servino
Sd
1º RI
Mesquita - José Geronimo de
Asp Of
6º RI
Moncefe - Lazaro
Sd
11º RI
Monçores - Jorge
3º Sgt
1º RI
Monte - Benevides Valente
3º Sgt
1º RI
Monteiro - Agostinho da Silva
Sd
I/1º RAPC
Morais - José de
Sd
1ª Cia M Leve
Moreira - João
Sd
DP/FEB
Moreira - Leonidas
Sd
1º RI
Moreira - Paulo
3º Sgt
1º RI
Moreira - Pedro Graciano
Sd
1º RI
Moura Neto - Francisco de Paula
Sd
1º RI
Naliato - Hyvio Domenico
Sd
1º RI
Nardeli - Mario
Sd
11º RI
Nascimento - Celio do
Sd
1º RI
Nascimento - Eurides Fernandes de
Sd
6º RI
Nascimento - João Ignacio
Sd
6º RI
Nascimento - Omar Bento do
Sd
11º RI
Nicolau - Julio
Sd
DP/FEB
Nogueira - Humberto Alves
Sd
11º RI
Nogueira - Laudelino
3º Sgt
11º RI
Nonato - Laurentino da Silva
Sd
DP/FEB
Nunes - João
Sd
1º RI
Oliveira - Alcides de
3º Sgt
I/2º ROAuR
Oliveira - Ananias Holanda de
2º Sgt
1º RI
Oliveira - Antonio Martins de
Sd
6º RI
Oliveira - Antonio Romano de
Sd
11º RI
Oliveira - Aurelio Venancio de
Sd
1º RI
Oliveira - Edson Salles de
Cb
1º RI
Oliveira - Francisco Alves de
Sd
DP/FEB
Oliveira - Gentil Guimarães de
Sd
DP/FEB
Oliveira - Ivo Rosback de
Sd
Dep Int
Oliveira - Ivo Rosback de
Sd
Dep Int
Oliveira - Joaquim Antonio de
Sd
1º RI
Oliveira - José de Souza
Sd
6º RI
Oliveira - José Manoel de
3º Sgt
11º RI
Oliveira - Moisés de
Cb
DP/FEB
Oliveira - Oswaldo José de
Cb
DP/FEB
Oliveira - Paulino José de
Sd
1º RI
Oliveira - Wilson Abel de
Cb
11º RI
Oliveira Filho - Honorio Correia
Cb
1º RI
Paiva - Candido da Luz
Sd
1º RI
Paiva - Manoelino de
Sd
CRP/FEB
Passamani - Pelopidas
Sd
CRP/FEB
Passos - Abilio dos
Sd
1º RI
Passos - Elizio da Rocha
Sd
11º RI
Patricio - Benedito
Sd
6º RI
Paula - Antonio Vicente de
Sd
11º RI
Paula - José Vicente de
Sd
6º RI
Pavani - Fabio
2º Sgt
B. Cmd AD/1
Peçanha - José Amaro de Souza
Sd
1º RI
Pereira - Eugenio Martins
Sd
6º RI
Pereira - José Domingues
Sd
1º RI
Pereira - Oswaldo
Sd
1º RI
Pereira - Paulo de Souza
Sd
II/1º ROAuR
Pereira - Rafael
Sd
11º RI
Pessoto Sobrinho - José
2º Sgt
6º RI
Pinhal - Elizeu
Cb
6º RI
Pinheiro - Claudino
Sd
6º RI
Pinheiro - Nilo Morais
3º Sgt
11º RI
Pinheiro - Paulo Morais
Sd
1º RI
Pinho - Francisco Firmino
2º Sgt
1º Btl Saúde
Pinto - Edgar Lorenço
3º Sgt
1º RI
Pinto - Elidio Rodrigues
Sd
1º RI
Pinto - Jupyr de Souza
3º Sgt
1º RI
Pinto - Manoel
Sd
1º RI
Pinto - Marcio
2º Ten
11º RI
Pinton - Antonio
Cb
6º RI
Pires - Luiz Ribeiro
3º Sgt
9º BE
Pontes - Eiduarte da Silva
Sd
1º RI
Prado - Jorge Martinho
Cb
1º RI
Protzek - João
Cb
11º RI
Quaresma - Ayres
Sd
1º RI
Queiroz - Amarilho Gonçalves de
Sd
6º RI
Queiroz Junior - Euber
3º Sgt
CRP/FEB
Quevedo - Luiz Gomes de
Cb
6º RI
Ramos - Wilson
3º Sgt
11º RI
Randi - Orlando
2º Sgt
11º RI
Rauen - Ary
2º Ten
11º RI
Raulino - Arnoldo Candido
Sd
6º RI
Rechocoski - João
Sd
11º RI
Reis - Joã
o Batista dos
Sd
11º RI
Reis - Manoel Apolinario dos
Sd
1º RI
Rezende - Geraldo Ribeiro de
Sd
11º RI
Ribeiro - André Ermelindo
Sd
6º RI
Ribeiro - Donato
Sd
DP/FEB
Ribeiro - Othelo
Sd
1º RI
Ribeiro - Ruy Lopes
2º Ten
11º RI
Ribeiro - Sebastião
Sd
6º RI
Ribeiro - Teodoro Francisco
Sd
6º RI
Rios - Francisco Batista
Sd
11º RI
Rocha - Agnaldo Saturnino
Cb
1º RI
Rocha - Américo Pereira da
Sd
DP/FEB
Rocha - João Monteiro da
Cb
CRP/FEB
Rocha - Oswaldino Mendes
2º Sgt
9º BE
Rodrigues - Américo
Sd
6º RI
Rodrigues - João
Sd
1º RI
Rodrigues - Mauricio Moreira
Sd
1º RI
Rodrigues - Waldemar
Sd
1º RI
Rodrigues Filho - José
3º Sgt
1º RI
Rolla - Paulo Damasco
Sd
1º RI
Rosa - Alcides Maia
Sd
11º RI
Rosa - Geraldo
Sd
6º RI
Rosa - Hortencio da
Sd
CRP/FEB
Rossim - Oscar
Cb
6º RI
Rotelo - João Batista
Sd
11º RI
Sampaio - Herminio Aurelio
2º Sgt
1º RI
Sampaio - José Custodio
Sd
1º RI
Sant'Ana - Geraldo
3º Sgt
1ª Cia Trans
Santana - Geraldo Martins
Cb
11º RI
Santiago Sobrinho - Alvaro Gomes
Sd
1º RI
Santos - Abilio José dos
Sd
I/1º RAPC
Santos - Adelmir Dias dos
Sd
11º RI
Santos - Arlindo Gonçalves dos
Sd
1º RI
Santos - Benedito Alves dos
Sd
6º RI
Santos - Benedito Eliseu dos
Sd
6º RI
Santos - Celso dos
Sd
6º RI
Santos - Claudovino Madalena dos
Sd
11º RI
Santos - Cosme Henrique dos
Sd
11º RI
Santos - Daniel Rodrigues dos
Sd
CRP/FEB
Santos - Eduardo Gomes dos
Sd
DP/FEB
Santos - Felisbino dos
Sd
11º RI
Santos - Francisco Pereira dos
Sd
1º RI
Santos - Geraldo Augusto dos
Sd
6º RI
Santos - João Gonçalves dos
3º Sgt
CRP/FEB
Santos - José Antonio dos
Sd
11º RI
Santos - José Luiz dos
Sd
DP/FEB
Santos - José Sebastião dos
Sd
DP/FEB
Santos - Lino Pinto dos
Sd
11º RI
Santos - Manoel Amaro dos
Sd
1º RI
Santos - Nevio Baracho dos
2º Sgt
6º RI
Santos - Nevio Baracho dos
2º Sgt
6º RI
Santos - Noraldino Rosa dos
3º Sgt
6º RI
Santos - Sansão Alves dos
Sd
6º RI
Santos - Ulpiano dos
Sd
1ª Cia Trans
Santos - Waldemar Marcelino dos
Sd
9º BE
Santos Filho - Francisco dos
Sd
1º RI
Sapancerski - Wenceslau
Sd
1º RI
Sardanha - Arlindo
Sd
11º RI
Sativa - Teodoro
Sd
6º RI
Savastana - Francisco Antonio Valter
Sd
1º RI
Schade - Oscar
Sd
1º RI
Serafim - José
Sd
1º RI
Severino - Joaquim
Cb
11º RI
Silva - Alfredo Estevão da
Sd
11º RI
Silva - Antonio Alvares da
1º Ten
11º RI
Silva - Aristides José da
Sd
1º RI
Silva - Arlino Lucio da
Sd
11º RI
Silva - Belmiro Ferreira da
Sd
DP/FEB
Silva - Benedito Esteves da
Sd
6º RI
Silva - Benedito Francisco da
3º Sgt
II/1º ROAuR
Silva - Benjamim Pedroso da
Cb
DP/FEB
Silva - Bernardino da
Sd
1ª Esq Rec
Silva - Clovis Rosa da
Sd
Pel Pol
Silva - Cristino Clemente da
Sd
1º RI
Silva - Eugenio Alves da
Sd
11º RI
Silva - Fleury
Cb
1º RI
Silva - Gumercindo da
Sd
11º RI
Silva - Herminio Antonio da
Cb
1º RI
Silva - João Américo da
Sd
1º RI
Silva - João Ferreira da
Sd
1º RI
Silva - João Pereira da
Sd
6º RI
Silva - Jorge Alvarenga da
Sd
11º RI
Silva - José Carlos da
3º Sgt
1º RI
Silva - José da
Cb
6º RI
Silva - José Graciliano Carneiro da
Cb
1º RI
Silva - José Guilherme da
Sd
CRP/FEB
Silva - José Leite da
Sd
6º RI
Silva - Luiz Geraldo da
3º Sgt
11º RI
Silva - Manoel Barbosa da
2º Ten
6º RI
Silva - Otavio Carlos da
Cb
DP/FEB
Silva - Paulo Pereira da
Cb
1º RI
Silva - Rodrigo Leme da
Sd
1º RI
Silva - Turibio da
Sd
1º RI
Silva - Vasco Teixeira da
Sd
1º RI
Silva - Waldemar Adelino da
Sd
11º RI
Silveira - Amaro Felicíssimo da
2º Ten
1ª Esq Rec
Silveira - Antonio Coelho da
Sd
11º RI
Simeão - Alicio Clara
Sd
DP/FEB
Simões - Ailson
Sd
11º RI
Sodré - Alcebíades
Sd
1º RI
Solano - José Vivanco
Sd
6º RI
Souza - Antonio de
Sd
DP/FEB
Souza - Elias Vitorino de
Sd
11º RI
Souza - Francisco Gomes de
Sd
6º RI
Souza - Francisco José de
Sd
1º RI
Souza - Geraldo Rodrigues de
Sd
11º RI
Souza - José de
3º Sgt
1º RI
Souza - José Francisco de
Sd
1º RI
Souza - Lélio Martins de
Sd
1º RI
Souza - Lourival Alves de
3º Sgt
DP/FEB
Souza - Manoel de
Sd
9º BE
Souza - Manoel Eduardo de
Sd
CRP/FEB
Souza - Octacilio de
Sd
9º BE
Souza - Pedro Mariano de
Sd
1º RI
Souza - Rubens de
Sd
1º RI
Souza - Teonilo de
Sd
1º RI
Souza - Walter Pereira de
Sd
QG/Gen Falc
Souza Filho - Antonio Caetano de
Sd
11º RI
Souza Filho - Miguel de
3º Sgt
11º RI
Staerch - Arthur Lourenço
Sd
CRP/FEB
Stobl - Luiz
Sd
11º RI
Tamborim - Francisco
Sd
6º RI
Tansini - Paulo
Sd
6º RI
Tavares - Jair da Silva
Sd
DP/FEB
Teixeira - Waldemar Cardoso
Sd
1º RI
Teles - Claudionor Antonio
Sd
II/1º ROAuR
Teotonio - Francisco Martins
Sd
I/1º ROAuR
Tomaz - Helio
Cb
11º RI
Tomazini - Felicio
Sd
11º RI
Trindade - Rodoval Cabral
1º Sgt
6º RI
Unger - Otto
Sd
6º RI
Valerio - José da Costa
2º Sgt
1º RI
Vanna - Sebastião
Sd
II/1º ROAuR
Varela - José
Sd
DP/FEB
Vasconcelos - Saulo Lima de
Sd
11º RI
Ventura - Jesuino
Sd
1º RI
Venturi - Alessio
Sd
11º RI
Vieira - Antonino Eugenio
Sd
1º RI
Vieira - Berlim Azevedo
Sd
II/1º ROAuR
Vila Nova - Olivaldo Barbosa
Cb
1º RI
Vilalva - Gregorio
Sd
1º RI
Villar Filho - Severino da Costa
Sd
Dep Int
Vitória - Altino Martins da
Sd
11º RI
Vitoriano - Francisco
Sd
6º RI
Weber - Norberto Henrique
Cb
6º RI
Wojcik - Adão
Sd
11º RI
Wojcik - Estanislau
Sd
11º RI
Wolf Filho - Max
3º Sgt
11º RI
Zanesco - Hilario Decimo
Sd
6º RI
Zanetti - João Florindo
Sd
11º RI
Zapela - João
Sd
11º RI
Zechim Junior - Basilio
Cb
6º RI

ASSOCIAÇÃO DOS EX-COMBATENTES DO BRASIL


BRASILEIROS ENVIADOS A ITÁLIA

FEB- FORÇA EXPECIONÁRIA BRASILEIRA enviou para a Itália 25.334 homens, dos quais 15.069 participaram ativamente dos combates e o restante distribuídos pelos órgãos não divisionários e no chamado "Depósito de Pessoal". Todos os Estados brasileiros deram a sua contribuição, sendo as mais significativas: Guanabara, com 6.094 homens, São Paulo com 3.889, Minas Gerais com 2.947, Rio Grande do Sul com 1.880, Paraná com 1.542 e os demais Estados em menores números. Do Rio Grande do Norte, Mossoró enviou 228 soldados, sendo que 220 ficaram espalhados pelo litoral brasileiro, e 08 seguiram para a Itália, participando diretamente dos combates. Dos 228 potiguares, seis morreram no campo de batalha, entre eles, o martinense LINO DE PAIVA, cuja biografia você internauta pode ver na postagem ex-combatentes do Oeste Potiguar, neste LINK
O Brasil perdeu na guerra 451 combatentes, 1.577 ficaram feridos e 1.145 foram acidentados. Tivemos ainda 58 soldados extraviados, dos quais 35 foram aprisionados pelas tropas inimigas.
Nos 239 dias de sua presença na frente de combate, de 6 de setembro de 1944 a 2 de maio de 1945, a FEB defrontou-se com treze grandes unidades inimigas: três fascistas, dez nazistas. Foram capturados pelas tropas brasileiras 20.573 prisioneiros de guerra, dos quais 892 oficiais, sendo 02 generais. Foram capturados ainda 80 canhões de diversos calibres, 1.500 viaturas e 4.000 cavalos.

ASSOCIAÇÃO DOS EX-COMBATENTES DE MOSSORPO

A Associação dos Ex-Combatentes de Mossoró foi fundada em 20 de fevereiro de 1978, pelo senhor Aldenor Evangelista Nogueira, sendo o mesmo o criador do pequeno museu dos ex-combatentes. Após o falecimento do senhor Aldenor, ocorrido em 22 de abril de 2003, a Associação dos Ex-combatentes passou a ser dirigida pelo senhor José Maria de Medeiros, que emprestou o nome do seu pai, o ex-combatente João Medeiros (Marujo), à associação e ao museu.

ALDENOR EVANGELISTA NOGUEIRA, cearense de Cascavel e nascido em 18 de agosto de 1922, faleceu em Mossoró-RN, na madrugada do dia 22 de abril de 2003.

O veterano radialista, que chegou a Mossoró em companhia dos pais aos três anos de idade, enfrentava há meses problemas cardíacos.

Aldenor, apesar de ter nascido no vizinho Estado, disse certa vez que uma das maiores honras de sua vida era ter sido registrado como mossoroense.

Além da militância no rádio, Aldenor Nogueira teve um início de vida de muita luta e sacríficio, oportunidade em que vendeu jornais, foi professor de alfabetização de adultos do Tiro de Guerra e no 2o Batalhão de Polícia Militar, ambos sediados aqui na cidade, e foi subchefe do Juizado de Menores.

Possivelmente um dos seus grandes feitos, claro e logicamente o de ter criado 21 filhos – dos quais 20 ainda estão vivosm entre eles, dois coronéis da gloriosa e amada Polícia Militar: JANIO REGIS NOGUEIRA (2/5/1957) e JOÃO NOGUEIRA NETO(31/5/1956) – foi ter se apresentado como voluntário na época da 2a Grande Guerra Mundial.

Isso muito o orgulhava, mesmo que de imediato tenha sido rejeitado como combatente, mas pouco tempo depois foi convocado e serviu em Natal.

Aldenor alistou-se para combater
na 2ª Guerra

Por amor à sua pátria, Aldenor Nogueira alistou-se para combater na Segunda Grande Guerra contra a Alemanha de Hitler.

Convocado no dia cinco de dezembro de 1942, Aldenor – que se considerava fã número 1 do glorioso Exército Nacional – por pouco não foi para a Itália.

Não fosse dois dentes careados – os responsáveis para que a junta norte-americana o rejeitasse – com certeza seria um dos heróis em solo europeu.

“Mas de qualquer jeito permaneci no glorioso Exército Nacional. Fui deslocado por todas essas praias. Perdi muitas noites de sono, vigiando com meus companheiros. Com companhias, sargentos amigos vigiando o litoral brasileiro para que o audacioso inimigo, que era o eixo, os três países - Itália, Alemanha e Japão – não tomasse a base de Parnamirim.

Por muitos anos, Aldenor Nogueira cuidou com esmero do museu da Segunda Guerra, sediado no Tiro de Guerra 07-010. Três dos seus filhos são militares.

Vereador por quatro legislaturas

O rádio foi uma paixão na vida de Aldenor Nogueira, afinal, 46 anos foram dedicados a este meio de comunicação. Também o glorioso Exército Nacional teve o seu lugar no coração do decano do rádio mossoroense.

Espaço também não faltou para a política. Vereador por quatro legislaturas, trabalhou em uma época onde edil não tinha direito a salário, as sessões eram de segunda a sexta-feira e se faltasse a cinco delas pederia o mandato.

Depois que aposentou-se da política, Aldenor teve o seu trabalho continuado por intermédio de seu filho, o vereador Jório Nogueira, que está em sua terceira legislatura, eleito em 3 de outubro de 1996 e reeleito em 1º de outubro de 2000, não reeleito em 3 de outubro de 2004, porém, retornou a Câmara Municipal de Mossoró no pleito eleitoral municipal de 5 de outubro de 2008.


A Sede da Associação dos Ex-combatentes e Museu João Medeiros (Marujo) fica na rua Expedicionário João Medeiros Marujo, Ilha de Santa Luzia, em Mossoró/RN. O museu é aberto a visitação, que pode ser agendada com o seu diretor, João Maria de Medeiros, pelo telefone (84) 3314.2491.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

POTIGUARES MORTOS NA SEGUNDA GUERRA MUNDIA

1 - SOLDADO MANOEL LINO DE PAIVA nasceu no dia 20 de março de 1921, no sítio Serra Nova, município de Martins-RN. Filho de Pedro Augusto de Paiva e Francisca Elisa da Conceição. Chamado para servir ao Exército Nacional, Manoel Lino de Paiva viajou para Natal onde no dia 1° de julho de 1943 foi incorporado a 11ª Companhia do regimento de Infantaria.O herói destemido de Martins encontrou a glória no dia 14 de abril de 1945, na batalha de Montese, quando foi mortalmente atingido pela artilharia inimiga, falecendo no campo de batalha. Foi incorporado a 11ª Companhia do Regimento de Infantaria. Convocado para participar da guerra, o o martinense não se intimidou diante da heróica missão. “Querido papai lembre-se que seu filho é um soldado e é obrigado a cumprir esta sina’ e como que antevendo o sacrifício da própria vida completou “Me entrego a Deus”(em carta dirigida ao seu pai). Assim, no dia 23 de dezembro de 1944. Manoel Lino viajou para Recife, a bordo do paquete D. Pedro II seguiu para o Rio de Janeiro aonde desembarcou no Armazém 13 m 4 de janeiro de 1945 seguindo de trem elétrico para a Vila Militar. O EMBARQUE PARA A Itália ocorreu no dia 7 de fevereiro, num navio de transporte americanoManuel Lino Chegou a Napóles, na Itália, no dia 23 de fevereiro de 1945. Após uma passagem pela cidade de Bognetti foi para o norte da Itália, chegando à cidade de Livorno no dia 3 de março. Dirigiu-se então para Spezzim, que fica entre a Tradicional cidade de Piza e FlorençaOs restos mortais do martinense Manol Lino de Paiva permaneceram na Itália até 1960, quando o residente da República, Juscelino Kubitschek, resolveu transportá-los do cemitério de Pistóia para o monumento da Força Expedicionária Brasileira(FAB), no Rio de JaneiroFoi sepultado no cemitério militar brasileiro em Pistóia, na quadra B, fileira 12, sepultura 140, lenho provisório
MEMORIAL MANOEL LINO DE PAIVA
Memorial Manoel Lino de Paiva representa uma homenagem da família do Combatente Manoel Lino de Paiva, da comunidade da Serra Nova e do Município de Martins a este herói brasileiro que lutou na Segunda Guerra Mundial, contra o nazi-fascismo. Esse é um patrimônio que a família do Combatente, a comunidade da Serra Nova e do Município de Martins disponibiliza para ser gerenciado com a participação do poder público, estadual e/ou municipal, através dos órgãos responsáveis pelas políticas de cultura e de turismo.

2 – 1º SARGENTO RODOVAL CABRAL DA TRINDADE, 1º sargento, natural de Ceará Mirim, filho de João Cândido da Trindade e de Amélia Cabral da Trindade. Faleceu em virtude de acidente de Jeep, no dia 6 de junho de 1945, em Volghera. Agraciado com a as Medalhas de Campanha e Cruz de Combate de 2ª Classe. No Decreto de concessão desta última ficou expresso: “Nas operações realizadas no dia 31-X-1944, na região de S.”. Ouriço, o inimigo atacou fortemente, obrigando o retraimento do seu pelotão. O Sargento Trindade, que se encontrava em uma casa da região, apesar do retraimento do pelotão, o que tornou difícil a sua situação, continou na casa, lutando bravamente, até o esgotamento dos meios. Apesar de se achar completamente sitiado, o Sargento Trindade não perdeu a calma e, numa demonstração de coragem e sangue frio, malgrado o inimigo, conseguiu evadir-se da casa, regressando as nossas linhas.
3 – 2º SARGENTO WILSON VIANA BARBOSA, FILHO DE José Viana Barbosa e de Joana Viana Barbosa. É considerado desaparecido desde 12 de dezembro de 1944, na zona de operações. Agraciado com as Medalhas de Campanha e Cruz de Combate de 2º classe.

4 – SOLDADO BELMIRO FERREIRA DA SILVA, natural de Augusto Severo, atual Campo Grande-RN, filho de Isidio Ferreira da Silva e de Atelina Bertoleja da Silva. Faleceu em combate, no dia 26 de fevereiro de 1945, em Monte Castelo.Foi Agraciado com as Medalhas de Campanhas, Sangue do Brasil e Cruz de Combate de 2ª Classe.
5 – SOLDADO COSME FONTES LIRA, natural de São Miguel, filho de Manoel Fontes Martins e de Teodomira da Costa Lira. Faleceu no dia 23 de abril de 1945, no 15 th Evac, Hospital. Foi Agraciado com as Medalhas de Campanhas, Sangue do Brasil e Cruz de Combate de 2ª Classe.
6 – SOLDADO JOSÉ VARELA, natural de Ceará Mirim, filho de Benedito varela e de Maria Dardomes Custódio. Falecei em ação no dia 14 de abril de 1945, na região de Montese. Agraciado com as Medalhas de Campanhas, Sangue do Brasil e Cruz de Combate de 2ª Classe. São de um biógrafo estas palavras: ”DESDE CRIANÇA, PERTENCIA À COMISSÃO REGIONAL DE ESCOTEIROS DO MAR DE NATAL”. Tirou o curso primário no Grupo escolar Isabel Gondim, onde foi aluno exemplar. A pedido da Comissão Regional de Escoteiros do Mar, a Prefeitura de Natal honrou uma das ruas principais de Natal com seu nome. O Grupo escolar inaugurou civicamente seu retrato.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

EX-COMBATES DO OESTE POTIGUAR

ANTONIO ANTÔNIO JOSÉ MAIA, natural de Martins-RN, nascido a 10 de novembro de 1928 e faleceu no dia 18 de dezembro de 1998 . Filho de Possidonio José Maia, natural de Alto Santo-CE(FALECIDO A 5/11/45), filho de Raimundo José Maia e de Maria Ferreira Maia; e de Alvina Martinha do Espirito Santo, natural de Martins. Casado com MARIA PAULA DA SILVA, natural de Martins, filha de Galdino Paulo da Silva, com vários filhos. Em 1944 foi convocado para participar da Segunda Mundial, porém, não foi a Itália, indo até Recife. Por várias anos residiu em Goiana-GO, onde faleceu no dia 18 de dezembro de 1998, deixando vários filhos resindindo na cidade de Trindrade, no Goáis.
JOSUÉ VIRGÍNIO CÂMARA, natural de Apodi, nascido em 17 de junho de 1921, filho de Francisco Pedro da Costa (12/10/1880 – 20/08/1945) e de Joana Augusta Câmara (20/02/1879 – 03/02/1958). Casou-se em primeiras núpcias com Francisca Dantas Câmara, natural de Apodi, nascida em 6 de outubro de 1922 e falecida em 27 de novembro de 1991. Desse consórcio houve os seguintes filhos: JOSÉ NILSON CÂMARA, nascido em 20 de janeiro de 1949, médico; JOÃO BATISTA CÂMARA, nascido em 16 de maio de 1951, comerciante e residente em Natal; JORGE IVAN CÂMARA, nascido em 30 de setembro de 1952; DOMINGOS SÁVIO CÂMARA, nascido em 2 de janeiro de 1956, funcionário público federal, lotado na SUCAM; MARIA DA CONCEIÇÃO CÂMARA, nascida em 11 de março de 1958; TARCÍSIO DANTAS CÂMARA, nascido em 11 de novembro de 1959 e falecido em 21 de abril de 1984; e JOSUÉ CÂMARA JÚNIOR, nascido em 25 de agosto de 1961. Na condição de viúvo em 10 de setembro de 1992 passou a conviver maritalmente com Josefa Núbia de Carvalho Pessoa, nascida em 21 de outubro de 1950, casando-se em segundas núpcias com dona NÚBIA em 15 de agosto de 1995.
Josué Câmara serviu na Companhia de Comunicação do Exército, com sede em Recife-PE, no período de 14 de janeiro de 1944 a 1º de fevereiro de 1994, no qual havia sido convocado para lutar na 2ª Guerra Mundial, primeiramente deslocando-se para Natal, e posteriormente para Recife-PE, conforme consta no Certificado de Reservista de 1ª Categoria, nº 533809, datado de 8 de novembro de 1945, expedido pelo Ministério da Guerra, assinado pelo Major da Arma de Engenharia Bernabe Pereira de Araújo Neto.
Josué Câmara depois de 2ª Guerra Mundial permaneceu em Natal, passando a condição de bem-sucedido comerciante, com estabelecimento no Mercado Central da Cidade Alta, instalado onde hoje se encontra erguido o Banco do Brasil. Em 21 de janeiro de 1967, Seu Josué perdeu todo seu patrimônio por ocasião do incêndio do Mercado Público. O fogo destruiu tudo, inclusive uma grande quantidade de dinheiro que se encontrava guardado nem seu estabelecimento comercial. De acordo com os comerciantes estabelecidos no Mercado Público de Natal, aquele incêndio havia sido provocado pelo então prefeito, Agnelo Alves, haja vista que ele estava tentando retirar todos os comerciantes do local no sentido de demolir o prédio para dá lugar o atual edifício do Banco do Brasil, como os comerciantes ali estabelecidos não aceitavam de maneira alguma a demolição do mercado, daí o prefeito havia mandado incendiar o mercado. Esse incêndio deixou seu Josué sem eira e nem beira, porém, como ele era de grande confiança em Natal, logo os donos de comércios passaram a lhr fornecer produtos numa condição de só pagar quando de sua recuperação, e logo, logo Josué recuperou-se pagando aos fornecedores e construindo um bom patrimônio. Hoje é dono de várias casas em Natal, entre elas: uma em Neopolis, comprada em 20 de julho de 1979; uma em Potilândia, comprada em 4 de abril de 1995; uma na Zona Norte, comprada em 6 de maio de 1959; uma em Candelária, adquirida em 14 de outubro de 2000. A casa que pertenceu ao saudoso cantor Carlos Alexandre, localizada na cidade da Esperança hoje pertence a Seu Josué.
Ele foi o um dos fundadores da ACDA-Associação Cultural e Desportiva Apodiense, fundada em 14 de julho de 1957, o qual foi o primeiro presidente dessa associação, passando o cargo para seu irmão Joel Virgínio Câmara, e presidindo a entidade pela segunda vez. Em 1967, Josué foi um dos fundadores da FUNDEVAP-Fundação para o Desenvolvimento do Vale do Apodi. Atualmente reside em sua belíssima casa situada na Av. Marechal Floriano Peixoto – Centro, Apodi-RN, juntamente com sua amada, dona Josefa Núbia.
ANTONIO MARINHO DA MOTA, Apodi, 3 de novembro de 1922, filho de Braz Marinho e de Francisca Marinho. Casado com Alcinda Marinho Maia (1930 – 04/03/1970), com os seguintes filhos: BALTAZAR MARINHO MAIA, vulgo “BATA”, nascido em 6 de janeiro de 1950, Ailson Marinho Maia, nascido em 2 de abril de 1989, Luzia Marinho Maia, Adelson Marinho Maia, nascido em 01 de julho de 1947, casado com Rita Bezerra de Moura, natural de Apodi, nascida em 8 de julho de 1944, filha de Vicente Benigno de Moura e de Adalgisa Pessoa da Silva, residente nesta cidade, à Rua Antonio Lopes Filho, com os seguintes filhos: DAMIANA DE MOURA MAIA, nascida em 23 de março de 1972, DANIELA DE MOURA, nascida em 23 de março de 1972 e falecida três meses depois, ADELSON JÚNIOR, nascido em 4 de junho de 1974, DALIANA MAIA, nascida em 15 de novembro de 1979, e ANTONIA DALY DE MOURA MAIA, nascida em 16 de abril de 1982; Luiz Maia Marinho, Alcimar Maia Marinho, Aldenice Marinho Maia, nascida em 12 de setembro de 1970, Luiz Marinho Maia. É associado na Associação dos Ex-combatentes do Brasil, reconhecida como de utilidade pública através da Lei nº 281, de 16 de janeiro de 1956, desde 29 de setembro de 1976.
RAIMUNDO FERNANDES DE MOURA, vulgo MOURA BRASIL, natural deApodi, nascido em 17 de setembro de 1922, filho de Pedro Militão de Moura e de Maria Izaura de Moura. Casou-se em primeiras núpcias com FRANCISCA NILZA BARBOSA, natural de Apodi, nascida em 4 de fevereiro de 1913, filha de Antonio Barbosa e de Clara Barbosa, com duas filhas: Leci Antonia De Moura, nascida em 2 de agosto de 1950 e Maria do Socorro de Moura, nascida em 12 de janeiro de 1952. Atualmente convive maritalmente com Marizete Alves Pereira, natural de Portalegre-RN, nascida em 7 de abril de 1949, filha de Antonio Alves Maia e Francisca Xavier Pereira.
CARLOS MARINHO DE OLIVEIRA, vulgo CARTINO SANTINO, natural de Apodi, nascido em16 de julho de 1922, filho de Santino Moreira de Oliveira e de Maria Cândida de Assis, casado com Maria Joaquina da Conceição, natural de Apodi, nascida em 27 de outubro de 1924, filha de Onofre Batista de Melo e de Joaquina Maria da Conceição, com os seguintes filhos: Francisco Moreira de Oliveira, Almir Moreira de Oliveira, Pedro Moreira de Oliveira, Carlos Moreira de oliveira, vulgo “Miúdo”, João Batista Moreira de Oliveira, Antonia Moreira de Oliveira, Rita Moreira de Oliveira, Maria de Fátima de Oliveira de Souza, nascida em 9 de dezembro de 1960, casada com Francisco Erismar de Souza. Faleceu no dia 24 de maio de 2007.
JOSÉ BRASILEIRO DE SOUZA, conhecido popularmente por DUDA, natural de Apodi, nascido em 23 de janeiro de 1921, filho de Antonio Veríssimo de Souza e de Olívia Alves. Casou-se em primeiras núpcias em 11 de junho de 1950 com Alba Fernandes de Souza, natural de Apodi, filha de Domingos Pamplona e de Maria Pautila, com três filhas: NEUMA FERNANDES DE SOUZA, MARLIZA FERNANDES DE SOUZA e NICELIA FERNANDES DE SOUZA. Casou-se em segundas núpcias com GIZELDA CAETANO DE PAIVA, natural de Apodi-RN, nascida em 18 de junho de 1937, filha de Francisco Joaquim de Paiva e Caetana Maria da Conceição, com os seguintes filhos: FRANCISCO ERISMAR DE SOUZA (30/01/1977 – 10/12/2001), EDIVALDO BRASILEIRO DE SOUZA, EPITÁCIO BRASILEIRO DE SOUZA, ANTONIO VALDÉCIO DE SOUZA (14/01/1961), ALCIVAN BRASILEIRO DE SOUZA (11/10/1958), JOSÉ MARCOS DE SOUZA,ECIVAN BRASILEIRO DE SOUZA e ELINEUZA DE PAIVA SOUZA, nascida em 25 de setembro de 1973. Seu DUDA no dia 3 de julho de 1942 viajou para Natal, chegando na Capital em 5 de julho, para fazer parte da Força Expedicionária do Exército Brasileiro que recrutava soldado para a 2ª Guerra Munidial, permanecendo na Capital do Estado até 19 de setembro de 1945.
DEUSDETH ALBUQUERQUE RÊGO, nasceu no dia 3 de novembro de 1922, na fazenda Provedor, na época município de Apodi, hoje encravado no município de Itaú. Filho de Francisco Cavalcante de Albuquerque e Antonia de Albuquerque Rego. Em 1943, aos 21 anos de idade, foi sorteado para servir ao Exército Brasileiro. Seguiu com destino a Natal-RN, onde ficou acampado em Parnamirim, durante dois anos. Em 1945, partiu para o Rio de Janeiro em navio de Guerra, para lutar na “SEGUNDA GUERRA MUNDIAL”. Durante a viagem alguns companheiros com medo de enfrentar a guarra suicidaram-se, pulando do navio para o mar.
Chegando no Rio de Janeiro, Seu Albuquerque permaneceu no Quartel, enquanto, alguns combatentes, entre eles seu irmão Manoel Albuquerque seguiram para os campos de batalha.
Retornou do Rio de Janeiro em 1946 e 18 anos depois se casou com a professora Ana Zunaide de Freitas Albuquerque. Desse consórcio nasceram 4 filhos: ZATINA ALBUQUERQUE, ANA ILZA, casada com Lázaro Praxedes, com 3 filhos: Roberto Hallysson, Ana Renata e Ana Roberta (gêmeas); ROBERTO HALYSSON, casado com CEIÇÃO, tem um filho de nome Halysson Matheus; CEIÇÃO ALBUQUERQUE, casada com Paulo Roberto, mãe de dois filhos: João Paulo e Felipe; e DESTÊRRO ALBUQUERQUE, casada com Otoniel, com dois filhos: Osnir Duan e Osnan Duan. Seu Albuquerque atualmente e-x-combatente, posto equivalente a 2º Tenente do Exército Brasileiro reside na Rua Adrião, no Bairro Lagoa Seca, em Apodi-RN.

MANOEL DE ALBUQUERQUE RÊGO, Nasceu em 5 de setembro de 1919, na Fazenda Provedor, na época no município de Apodi e hoje no de Itaú-RN, filho de Francisco Cavalcante de Albuquerque e Antonia de Albuquerque Rego. Em 1943 viajou para Natal, juntamente com seu irmão Deusdeth Albuquerque, com a finalidade de lutar na 2ª Guerra Mudial. Em 1945 foi deslocado para o Rio de Janeiro e chegando no Rio de Janeiro, alguns combatentes seguiram para os campos de Batalha, entre eles, Manoel Albuquerque Rego, hoje com 88 anos e residente na cidade de Portalegre-RN, embarcaram para a Itália, onde chegou a lutar, enquanto esperava o embarque para a Alemanha, o que não aconteceu, tendo em vista o fim da Guerra.

ANTONIO GOMES PINTO, vulgo BABU, natural de Apodi, nascido no ano de 1922, filho de Joaquim Otaviano de Oliveira e de Eduvirgens Diógenes Pinto. Atualmente reside no Sítio Ponta, no município de Apodi.
FRANCISCO JUSTINO OLIVEIRA, nascido a 5 de janeiro de 1922, filho de Manoel Francisco de Oliveira e Maria Justina da Conceição, casou-se em 1941 com Francisca Maria da Conceição, natural de Apodi e falecida em 2 de outubro de 1995, com os seguintes filhos: MARIA DAS NEVES DE OLIVEIRA, conhecida popularmente por BRANCA, nascida em 11 de setembro de 1963, viúva de Francisco Marinho Neto, falecido em 25 de junho de 1994, filho de Alderi Marinho e Francisca Soares; WANDERLEY FRANCISCO DE OLIVEIRA; FRANCISCA NETA DE OLIVEIRA, GENTIL FRANCISCO DE OLIVEIRA, MARIA MARIZETE DE OLIVEIRA e IRANICE DE OLIVEIRA. Francisco Justino e atualmente residente na Rua Reis Magos, bairro de Lagoa Seca, em Apodi-RN.